Arquivo do mês: novembro 2009

Penúltima edição da FreePorto já tem suas homenageadas

Surpreendendo mais uma vez o público, organizadores da FreePorto anunciam que a festa só terá três edições. A segunda parte se chamará “O casamento da Raposa”

Após o sucesso da FreePorto e uma rápida passagem por São Paulo para participar da IV Balada Literária, o grupo Urros Masculinos anuncia de forma bombástica, em entrevista à Folha de São Paulo Online, que a irreverente festa literária do Recife só terá três edições. “Antes que a festa se transforme num cabide de empregos ou numa pantomima de si mesma, melhor que tenha uma vida curta e intensa”, afirmou Wellington de Melo, um dos organizadores, justificando a decisão. “Ah, e porque trilogias também são muito legais”, complementou bem-humorado. HOMENAGENS – Em São Paulo – onde a FreePorto está comentadíssima -, durante a IV Balada Literária, organizada pelo escritor Marcelino Freire, os ‘meninos’ do Urros já começaram a fazer contatos para penúltima edição da festa, que se chamará “O casamento da Raposa”. “Em 2011 celebraremos ‘A morte da Raposa’, para fechar a festa com chave de ouro”, afirmou Bruno Piffardini, ao se referir ao último capítulo da “Trilogia da Destruição”, como tem sido chamada. Outra novidade é o nome das escritoras homenageadas de 2010: Lucila Nogueira e Silvana Menezes. “Acho dois nomes importantíssimos para a literatura atual, de dois universos bem diferentes e ao mesmo tempo totalmente relacionados”, afirma Artur Rogério.

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FreePorto celebra literatura com muita irreverência

Publicada no Diario de Pernambuco, dia 09 de novembro de 2009.

Por Nina Wicks de Almeida

Evento no bairro do Recife propôs liberdade total aos escritores e leitores, com oficinas nada convencionais e shows

Revelado no fenônemo dos blogs, escritor Santiago Nazariam leu conto inédito e revelou que se dedica a um novo livro. Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

Enquanto a quinta edição da FliPorto acontecia no balneário de Porto de Galinhas, as ruas esburacadas do Recife Antigo abrigaram, durante o fim de semana, o que se pode chamar de acontecimento genérico. Em sua primeira edição degustativa, a FreePorto quis celebrar a liberdade. Sem muita burocracia, e com bom humor, escritores e leitores deveriam, durante os três dias de festa, trocar idéias e vivenciar a literatura como bem quisessem, com direito a exaltações poéticas manifestadas a qualquer momento. O local escolhido foi o espaço Corpos Percussivos, no primeiro andar de um prédio da rua da Moeda. Intimista, a sala com sofá vermelho e cadeiras espalhadas contava com um bar no térreo, o que facilitava o clima de festa. “Festa é assim mesmo, informal, onde as pessoas discutem literatura como se estivessem nos bastidores”, celebrava Wellington de Melo, integrante do coletivo Urros Masculinos, idealizador do projeto. No lugar da galinha, o mascote era uma raposa, presente em quase todos os acontecimentos. No lugar de João Cabral de Melo Neto, as homenagens eram irecionadas ao poeta acreano J. G. de Araújo Jorge. Na noite de abertura, o primeiro sofá literário discutia a Receita de Bolo de Rolo: Como Fazer uma Festa Literária, com Marcelino Freire, Urros Masculinos e Cida Pedrosa, com mediação de Cristiano Ramos. E como fazer? Segundo Marcelino, “fazendo!” Para os participantes, entre uma cerveja e outra, é de undamental importância a existência dos movimentos conservadores para que se entenda um movimento anárquico como o que nascia ali. Revelado no fenônemo dos blogs, escritor Santiago Nazariam leu conto inédito e revelou que se dedica a um novo livro.
Enquanto eram servidas fatias de bolo-de-rolo para os presentes, o poeta Miró interrompia a cerimônia para declamar obras suas, incentivado pela organização e pelo público, enquanto Jomard Muniz de Britto jogava apitos para a plateia. “O melhor é que aqui não vemos só as caras repetidas de todo evento literário”, soltou o mediador. A noite seguiu com a inauguração da Pedra Fundamental da Nova Literatura Pernambucana, uma pedra de gelo colocada no meio da rua, para ser “eterna enquanto dure”, recitais de obras da sacada do espaço e da apresentação no meio da rua das bandas Semente de Vulcão e Johnny Hooker e Candeias Rock City. Como todo bom evento literário, a FreePorto também teve suas oficinas, como a Geração 51, onde o poeta Valmir Jordão ensinou como fazer uma caipirinha e Pedro Américo de Farias ensinando Estilos de Época na Amarração de Cadarço. Na tarde do sábado, o escritor Santiago Nazarian, revelado no fenômeno dos blogs, sentou com Cristhiano Aguiar para ler um conto inédito e responder perguntas. Ele agora se dedica a um livro de contos “porque é bom para o escritor renovar”, afirmava Nazarian, que já publicou cinco romances. Descendo as escadas do espaço, um tapete vermelho de cinco metros era o corredor para o lançamento de livros, neste caso, literalmente. Escritores como Lucila Nogueira, Marcelino Freire, Biagio e Sidney Rocha arremessavam seus livros o mais longe que conseguiam.

Link original: http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/11/09/viver2_0.asp


Urrando em Sampa

Urrando em Sampa
Urros Masculinos segue para a Balada Literária (SP), onde relançarão a antologia “Tudo aqui fora escrito, tudo fora escrito ali”.

Depois do sucesso da primeira edição da FreePorto – Festa Literária do Recife, o clã literário Urros Masculinos encerra o movimentado ano de 2009 com uma passagem, não menos movimentada, por São Paulo. O grupo lançará no dia 19 na livraria O b_rco a antologia “Tudo aqui fora escrito, tudo fora escrito ali”, que apresenta 10 jovens escritores que vivem em Pernambuco. Dia 21 (sábado) a agenda do Urros é preenchida com uma apresentação na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, junto com os grupos Poesia Maloqueirista (SP) e Muito Barulho Por Nada (BA). Ainda em São Paulo o grupo gravará uma entrevista para o programa Entrelinhas, do TV Cultura.

Urros 2010 – Após a viagem a São Paulo o grupo ainda tem um compromisso: um bate-papo com o jornalista Thiago Correa e o crítico literário Artur A. de Ataíde no Porto das Letras – sede da GOLE (Av Rio Branco nº 76 A – Recife Antigo). O tema dessa conversa é a antologia organizada pelo Urros. Depois desse evento, a assessoria do grupo informa que tirarão merecidas férias da agitação cultural: voltarão a seus trabalhos pessoais e à sua produção literária. “É importante voltar para o casulo, escrever. Essa vida de agitação precisa ter um limite, se não você deixa de lado as coisas que realmente importam”, afirma Wellington de Melo. Em janeiro o grupo terá novidades sobre a FreePorto 2010.


Anjo Gabriel encerra a Freeporto 2009

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FreeCareta – Procissão poética

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Curto-circuito 2 e Curto-circuito 0

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Chá dançante da ABL

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Toca da Raposa – Jomar Muniz de Britto

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Foi bom o filminho e o teatro!

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